Sexualidade nas pessoas com SA

Partilho convosco, sem comentar e sem fazer quaisquer juízos morais, três questões/situações que foram afloradas:
Uma coisa é certa. Os nossos filhos têm direito a mais amor do que o amor filial e à sexualidade. O que eu gostaria mesmo é que psiquiatras, psicólogos, técnicos e pais, depois deste encontro, se sentassem à mesa em reuniões para operacionalizar e concretizar o que ali foi abordado. Mas creio que isso não vai acontecer. Reconhecemos o direito ao afecto e à sexualidade à «pessoa diferente» mas estamos ainda muito longe de o pôr em prática...1.ª Que na Holanda existem prostitutas especialmente treinadas para atenderem deficientes a que chamam «terapeutas sexuais»;2.º Que na Lousã existe uma instituição especialmente vocacionada para apoiar casais deficientes mentais;3.º Que nalgumas CERCI existem programas específicos, presumo que o equivalente, para a condição de deficiente, à «educação sexual» que existe nas nossas escolas.
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